Grafo Psicanalítico

Sistema de mapeamento topológico do pensamento psicanalítico.

[STATUS]: Operacional

[BANCO DE DADOS]: Conectado

[EDITOR]: João Paulo Koltermann

Projeto da Biblioteca Psicanalítica Projeto do Raciocínio Clínico

Roadmap do projeto · Como apoiar

Projeto · Biblioteca Psicanalítica

Como ler este mapa

A Biblioteca é um mapa de conceitos psicanalíticos. Cada conceito é um ponto; cada linha entre dois pontos é uma relação teórica. A proposta é que a estrutura da teoria fique visível — não o que cada autor afirmou isoladamente, mas como as ideias se sustentam, se tensionam e se transformam entre si.

Não é preciso percorrer o mapa inteiro nem começar por um ponto específico. Entre por onde lhe interessar.

O que você vê no mapa

Vértice — um conceito. Clique para abrir a ficha com definição e fonte.
Linha cheia, com seta — relação de derivação: o conceito de origem sustenta ou dá lugar ao conceito de destino.
Linha tracejada — relação de aproximação: os conceitos se comunicam sem que um derive do outro.

Três modos de acesso

Mapa
O grafo inteiro. Bom para reconhecer vizinhanças e perceber a estrutura antes de ler qualquer definição.
Índice
A lista alfabética de todos os conceitos. Bom quando você já sabe o que procura, ou quer ver a extensão do acervo.
Busca
Procura por termo, tanto no título quanto no corpo das definições.

O acervo é curado e está em construção permanente.

Dica: duplo toque expande os nós
Camadas e filtros

Índice

Busca

:: Definição

:: Fonte

:: Citação-chave

:: Ressonâncias

:: Questões em aberto

:: Exemplo clínico

:: Notas

:: Conexões

:: Meta

Relação entre conceitos

Grafo Psicanalítico

Grafo Psicanalítico · Produto

Roadmap

Este mapa não é um acervo pronto para consulta: é uma construção em curso. A direção dela está escrita aqui, inclusive o que ainda não existe. O destino é um acervo que qualquer pessoa possa corrigir, ampliar e discutir — sem que a curadoria se dissolva no caminho.

Sem datas, de propósito. A ordem é firme; o calendário depende de leitura e curadoria humana, que não se apressam.

  1. Concluída

    Fase 0 · Fundação

    Tirar o acervo do editor de notas e transformá-lo num sistema com endereço, índice e estrutura de dados.

    • feito Pipeline que lê as bases de curadoria e gera a base do site, sem escrever nas fontes.
    • feito Separação entre conceito canônico e ocorrência — 99 canônicos, não milhares de vértices soltos.
    • feito Cada conceito e cada relação com endereço próprio e estável, compartilhável por link.
    • feito Índice alfabético, busca sem acento e conexões navegáveis a partir da ficha.
    • feito Carregamento em partes: o índice chega primeiro, o texto de cada ficha só quando é aberta.
    • feito Corpus de Freud e de Winnicott integrados e revisados.
  2. Em curso

    Fase 1 · Densidade

    Um mapa com pontos e sem linhas não é um mapa. O gargalo hoje não é técnico: é a curadoria das relações entre os conceitos.

    • em curso Curadoria das arestas entre os conceitos canônicos — o trabalho que dá forma ao mapa.
    • em curso Integração dos demais corpora de curadoria, autor a autor.
    • a fazer Vocabulário final das relações na interface: quantos tipos existem e como se chamam.
    • a fazer Desenhar vizinhança em vez do grafo inteiro — o mapa global é ilegível por construção.
    • a fazer Articulação escrita nas páginas de relação: o texto que explica por que dois conceitos se tocam.
  3. Próxima

    Fase 2 · Contribuição

    O primeiro passo da abertura, e o mais barato: receber correções e acréscimos sem ainda ter contas, senhas nem moderação.

    • planejado Botão de sugestão em cada verbete e em cada relação, capturando sozinho de onde partiu.
    • planejado Sugestão estruturada, não só texto livre: apontar o campo e propor o valor correto.
    • planejado Função de servidor que grava numa fila de sugestões separada — nunca direto no acervo.
    • planejado Triagem editorial com estados visíveis: nova, em análise, aceita, recusada.
    • planejado Retorno a quem sugere. Contribuição que cai no silêncio deixa de acontecer em poucas semanas.
    • planejado Contenção de abuso sem CAPTCHA — o teste que mais exclui justamente o público mais experiente.
  4. Planejada

    Fase 3 · O verbete como página aberta

    Aqui a sugestão vira edição: a pessoa não descreve a correção, ela escreve o texto corrigido, e a curadoria compara e decide.

    • planejado Identidade de quem contribui — pré-requisito de tudo nesta fase e nas seguintes.
    • planejado Proposta de edição campo a campo, com o antes e o depois lado a lado.
    • planejado Histórico de versões de cada verbete e de cada relação, com autoria e data.
    • planejado Fluxo de revisão: proposta, discussão, aceite ou recusa com justificativa pública.
    • planejado Crédito visível a quem contribuiu, no próprio verbete.
    • planejado Reversão de qualquer versão — condição para abrir a edição sem medo.
  5. Planejada

    Fase 4 · O verbete como fórum

    Nem toda divergência teórica se resolve editando um texto. Boa parte do valor está no desacordo explícito e argumentado.

    • planejado Fio de discussão ancorado no conceito e, separadamente, na relação entre dois conceitos.
    • planejado Respostas em árvore: dúvida, argumento, contra-argumento, referência.
    • planejado Sinalização de qualidade pela própria comunidade, com peso maior para a curadoria.
    • planejado Moderação e código de conduta escritos antes de abrir, não depois do primeiro incidente.
    • planejado Ponte entre as duas camadas: uma discussão madura vira proposta de edição em um clique.
    • planejado Marcar o que é consenso teórico e o que é posição em disputa — dentro do próprio verbete.
  6. Horizonte

    Fase 5 · Estudo

    Depois que o acervo tem densidade e vida coletiva, ele pode virar instrumento de formação. Antes disso, não.

    • horizonte Trilhas de leitura curadas, com pontos de entrada por interesse clínico.
    • horizonte Notas pessoais e progresso, com exportação — os dados de quem estuda são de quem estuda.
    • horizonte Projeto do Raciocínio Clínico, o segundo módulo da plataforma.
    • horizonte Acesso público de leitura ao grafo, para pesquisa fora deste site.

O que ainda não está decidido

Registrado aqui porque são escolhas de rumo, e mudam o que será construído:

Este roadmap descreve uma direção, não um contrato. A ordem entre as fases é o que importa: cada uma é pré-requisito da seguinte.

Grafo Psicanalítico · Apoio

Apoiar o projeto

O acervo teórico do Grafo Psicanalítico é de acesso livre: sem cadastro obrigatório, sem anúncios, sem trecho escondido atrás de pagamento. Isso é uma decisão, não uma fase — e é o que faz o apoio importar. A única camada com acesso restrito é a de material clínico e debate, e o portão ali é ético, não comercial: nenhuma quantia compra entrada, só vínculo profissional comprovado. As condições estão nas instruções legais.

O que sustenta este acervo

Duas coisas, em proporções muito desiguais. A menor é o custo de infraestrutura: hospedagem, domínio e as bases onde a curadoria é feita. A maior, de longe, é tempo de leitura — cada verbete sai de uma passagem pela obra, não de um resumo de segunda mão. É o tempo que é caro.

Três formas de apoiar

Com curadoria
A mais valiosa. Apontar um erro de fonte ou de data, propor uma relação que falta entre dois conceitos, indicar uma passagem que sustenta melhor uma definição. Hoje isso chega por contato direto; a partir da Fase 2 do roadmap, passa a caber dentro do próprio verbete.
Com divulgação
Levar o mapa a quem estuda, supervisiona ou ensina. Um acervo de teoria vale pela quantidade de leituras atentas que recebe, e o alcance orgânico entre analistas ainda é o único que este projeto tem.
Com dinheiro
Contribuição financeira compra a única coisa que não se improvisa: horas de leitura dedicadas ao acervo em vez de a outro trabalho. O canal de contribuição ainda não está aberto. Quando estiver, aparece nesta página.

Para onde vai o apoio

Nesta ordem, sem desvio: primeiro o custo de manter o site no ar; depois o tempo de curadoria e revisão do acervo; depois o desenvolvimento das etapas abertas do roadmap — em especial a camada de contribuição coletiva, que é o que permite ao acervo crescer sem depender de uma só pessoa.

Contato

Um endereço só, para tudo — sugestão de curadoria, correção de fonte ou de data, apoio, e as reclamações de direito autoral de que trata a página de instruções legais.

E-mail
O endereço ainda não foi publicado. Até que esteja aqui, o contato é direto com o autor.

Nenhuma forma de apoio dá direito a alterar o acervo diretamente. A curadoria segue sendo o portão — é ela que separa este mapa de uma compilação qualquer.